Eu sempre ouvi os meus silêncios. Essa voz que mora em mim sem pagar aluguel e me faz gaguejar. Gaguejar calado, é verdade, mas ainda assim gaguejar. Quem ama gagueja. Quem ama diz eu te amo com chiado, pausas imprecisas. É imperfeitamente compreensível! Sim. Esses são os que amam que verdade. Os que não desafinam, nasceram com o discurso dos amantes decorado na ponta da língua, nas nuvens do céu da boca. O amor não permite dever de casa, o amor não se aprende de cor, o amor se estende de corpo e calma. Nunca acredite no amor de quem diz eu te amo sem hesitar duas ou três vezes, sem desafinar setecentas mil vezes. Ouça os seus silêncios. Eles gaguejam incansavelmente até você ousar usar o que tem de mais bonito: o eco do grito dos seus sentimentos.”
Eu me chamo Antônio. 
Engoli o meu orgulho por você. E mesmo assim, nada adiantou. Não fez diferença alguma. Antes eu tivesse morrido engasgado.”
Querido John. (via declamador)
E se eu quiser sorrir, me deixa. Se eu quiser dar a louca, me solte. Se eu quiser dançar no meio da rua, não se importe.”
Anonymous. (via sintonizo)
Eu tinha e tenho um monte de coisas pra te dizer, daquelas coisas que a gente cala quando está perto.”
Caio Fernando Abreu.    
PROMISSE ©